Anne Sofie von Otter canta "Mariettas Lied": Glück, das mir verblieb, de "Die Tote Stadt" ("A Cidade Morta"). Paris, Théâtre du Châtelet, 2000. Na Gulbenkian, foi tal e qual.
9.4.07
7.4.07
6.4.07
Newsletter do T. N. de São Carlos - Vivaldi

Motezuma. Antonio Vivaldi
4. 9. 10. 11 Abr. 2007 às 20:00h; 5. Abr. às 16:00h
Teatro Nacional de São Carlos
Motezuma, a ópera agora redescoberta de Antonio Vivaldi, é apresentada no Teatro Nacional de São Carlos em estreia absoluta na versão encenada nos tempos modernos.
Redescoberta em 2002 no arquivo da biblioteca musical da Sing-Akademie de Berlim, esta ópera estreia agora no São Carlos pela mão do maestro Alan Curtis que dirigiu a estreia moderna de Dionisio re di Portogallo naquele Teatro. Considerado um dos mais notáveis intérpretes do repertório barroco, dirige a orquestra Il Complesso Barocco, dedicada ao repertório vocal de câmara, do Renascimento tardio ao Barroco, que actua com instrumentos originais nas produções líricas que dirige.
O encenador italiano Stefano Vizioli regressa ao São Carlos depois de ter encenado La Bohème no CAE da Figueira da Foz (em co-produção com o TNSC). A equipa artística conta também com Lorenzo Cutùli na assinatura da cenografia, Annamaria Heinreich na concepção dos figurinos e Nevio Cavina no desenho de luz.
Do elenco destaca-se o regresso de Vito Priante, o Don Giovanni de Il dissoluto assolto de Azio Corghi, para interpretar o papel titular, Motezuma, e a presença de Mary-Ellen Nesi no papel de Mitrena, Maite Beaumont no papel de Fernando Cortés, Laura Cherici na interpretação de Teutile, Theodora Baka na personagem de Ramiro, e Gemma Bertagnolli na interpretação do papel de Asprano.
Redescoberta em 2002 no arquivo da biblioteca musical da Sing-Akademie de Berlim, esta ópera estreia agora no São Carlos pela mão do maestro Alan Curtis que dirigiu a estreia moderna de Dionisio re di Portogallo naquele Teatro. Considerado um dos mais notáveis intérpretes do repertório barroco, dirige a orquestra Il Complesso Barocco, dedicada ao repertório vocal de câmara, do Renascimento tardio ao Barroco, que actua com instrumentos originais nas produções líricas que dirige.
O encenador italiano Stefano Vizioli regressa ao São Carlos depois de ter encenado La Bohème no CAE da Figueira da Foz (em co-produção com o TNSC). A equipa artística conta também com Lorenzo Cutùli na assinatura da cenografia, Annamaria Heinreich na concepção dos figurinos e Nevio Cavina no desenho de luz.
Do elenco destaca-se o regresso de Vito Priante, o Don Giovanni de Il dissoluto assolto de Azio Corghi, para interpretar o papel titular, Motezuma, e a presença de Mary-Ellen Nesi no papel de Mitrena, Maite Beaumont no papel de Fernando Cortés, Laura Cherici na interpretação de Teutile, Theodora Baka na personagem de Ramiro, e Gemma Bertagnolli na interpretação do papel de Asprano.
2.4.07
ABBA
A não perder! A descoberta do meu amigo Murnau. French and Saunders recriam os ABBA: C'est la vie, c'est la vie. C'est good for you, c'est bad for me...
Birgit Nilsson - Macbeth
Mais abaixo temos Mara Zampieri na mesma cena: Lady Macbeth sonâmbula. De 31 de Maio a 8 de Junho, será Dimitra Theodossiou no Teatro de São Carlos. Mas antes ainda há Vivaldi.
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