Faltam dez dias, mas já me apetece comemorar hoje, não vá o Diabo tecê-las. Desde que aquele de quem não podemos dizer o nome é o melhor português de sempre, convém estarmos prevenidos.
Birgit Nilsson dizia que para cantar Isolda bastava ter uns sapatos confortáveis. Ei-la, numa magistral interpretação de Mild und leise, a morte de amor de Isolda. Segundo um amigo meu, neste dia ela estava particularmente bem calçada.
Que árvore será esta? Abril, Telheiras. (Também já a vi na Rua da Junqueira, perto do Centro de Congressos de Lisboa.) É uma fotínia. (Os meus agradecimentos ao Dias com Árvores)
Dois excertos das gravações da cena final de "Götterdämmerung" (Crepúsculo dos Deuses), com a Orquestra Filarmónica de Viena e Georg Solti. Birgit Nilsson é surpreendida pela entrada de um cavalo no estúdio. É Grane, com o qual Brünnhilde se atira ao fogo.