6.3.09

A Rotunda do Professor

Um dia destes, apanho o comboio para Campanhã e o metro até Vila do Conde para ir conhecer a Rotunda do Professor, que, além de me parecer um belíssimo exemplo do nosso melhor urbanismo, exibe um monumento de grande delicadeza. A ver e a ler, caros professores e outros mesteirais que aqui apareçam.

3.3.09

No local certo, à hora certa

E depois fiquei agrafado a ouvir Depeche Mode em repeat mode. Mandei os vizinhos embora como se fosse ouvir o "Crepúsculo dos Deuses", subi o volume, seleccionei HD e enchi o ecrã. Agora vou a correr comprar o disco.

 
(Wrong - não param de me dar cabo do post)

2.3.09

Stabat Mater

Não é por estarmos na Quaresma. É porque fui levado a passear pelas ruas de Lisboa ao som deste "Stabat Mater" de Pergolesi.

(sunriseblack)

Stabat Mater dolorosa
Juxta crucem lacrimosa
Dum pendebat filius.



Painel central do tríptico "A Crucificação",
de Rogier van der Weyden, ca. 1440
(foto minha, original no Kunsthistorisches Museum de Viena)

27.2.09

Parabéns, Miguel Loureiro!

Álvaro Correia como Juanita Castro

A "Juanita Castro" valeu-lhe uma menção especial da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro. E dizia ele que "Juanita Castro é um espectáculo que poderia não ser feito". Eu bem vos avisei.

Miguel Loureiro

Ao longo do seu percurso como actor e encenador, sobretudo nos projectos que promoveu, Miguel Loureiro desenhou um território único, revelador de um imaginário exuberante mas depurado, sustentado por uma sólida e erudita linha de interrogações sobre o teatro e a performance. Em 2008, depois do estival Strange Fruit, a sua encenação de Juanita Castro, de Ronald Tavel (estreado como filme pela mão de Andy Warhol, em 1965), surgiu como uma inesperada pedra no charco no panorama performativo português. Reunindo actores e afectos em torno de um projecto sem outros recursos que os de uma logística básica e camaradagem profissional, Juanita não só firmou um extraordinário sinal da vitalidade do fazer teatral, tantas vezes abafado por ambições desmedidas ou fórmulas gastas, mas também constituiu uma brilhante e oportuna interpelação da história da performance e, consequentemente, do seu lugar nela. Por isto, este projecto mereceu uma menção especial do júri que assim se declara em total desacordo com a afirmação do encenador na folha de sala "Juanita Castro é um espectáculo que poderia não ser feito". Ainda bem que o fez.


P.S. Miguel, e o regresso da Juanita, não?

25.2.09

Inês de Castro


Lê-se no ípsilon que a partir de amanhã já poderemos ver ao vivo a "Súplica de Inês de Castro", de Vieira Portuense, no Museu Nacional de Arte Antiga.

20.2.09

Ovos de borracha

Fiquei de boca aberta. Pensei logo em MariCarmen e suas irmãs, que têm andado em grande labuta para que o Gintoino não tenha de comer ovos de borracha.