Um muro inteiro estava coberto delas. Parece ser um Philadelphus... ou falso-jasmim. Agradeço ao Paulo Araújo, do Dias com árvores, que o identificou. Ler e ver maisaqui.
Perante fragmentos que nos são alheios, como controlar a ideia de posse? O resultado mais significativo da actividade fotográfica é dar-nos a sensação de que a nossa cabeça pode conter todo o mundo – como uma antologia de imagens. Dizem-nos: Aqui está a superfície. Agora pensem, ou antes, sintam, intuam o que está por detrás, como deve ser a realidade se esta é a sua aparência. Entre a realidade e a representação da realidade, encontra-se a consciência, espaço particular, íntimo e privado. Coleccionar fotografias é coleccionar o mundo. E é também construir mundos.
Encenação: Victor Hugo Pontes A partir de textos da obra de Susan Sontag Apoio à Dramaturgia: Madalena Alfaia Fotografias e espaço cénico: João Paulo Serafim Interpretação: Vítor d’Andrade
Na Nazaré, um metrosídero ("madeira de ferro", devido à sua dureza) quase a abrir. Na Austrália e na Nova Zelândia, esta planta floresce no Natal, daí chamarem-lhe "Árvore de Natal".
PODEM ASSINAR AQUI A PETIÇÃO AO EXCELENTÍSSIMO SENHOR MINISTRO SANTOS SILVA, A SOLICITAR O REGRESSO DO JORGE RODRIGUES COM O RITORNELLO E NO SEU FORMATO INICIAL DE DUAS HORAS.
Dedico este "post" ao Jorge Rodrigues e ao Ritornello, que a Antena 2 resolveu retirar da programação.
Dietrich Fischer-Dieskau canta Der Lindenbaum, do ciclo de canções "Winterreise" (Viagem de Inverno), composto por Schubert a partir de poemas de Wilhelm Müller. Como diz o Jorge Rodrigues, "apertem os cintos". O Ritornello era um dos melhores programas de divulgação de músicos e de músicas, ouvido todos os dias por muita gente durante o regresso a casa, entre as 6 e as 8 da tarde.
Der Lindenbaum
Am Brunnen vor dem Tore Da steht ein Lindenbaum Ich träumt in seinem Schatten So manchen süßen Traum Ich schnitt in seine Rinde So manches liebe Wort Es zog in Freud und Leide Zu ihm mich immer fort
Ich musst auch heute wandern Vorbei in tiefer Nacht Da hab ich noch im Dunkeln Die Augen zugemacht Und seine Zweige rauschten Als riefen sie mir zu Komm her zu mir Geselle Hier find'st du deine Ruh
Die kalten Winde bliesen Mir grad ins Angesicht Der Hut flog mir vom Kopfe Ich wendete mich nicht Nun bin ich manche Stunde Entfernt von jenem Ort Und immer hör ich's rauschen Du fändest Ruhe dort
A Tília
Junto à fonte, perto do arco, Encontra-se uma tília. Sonhei, na sua sombra, Um sonho doce. No seu tronco, Escrevi palavras de amor. Alegre ou triste, Sempre fui arrastado até ela.
Também hoje lá passei, Durante a noite, E mesmo na escuridão Cerraram-se-me os olhos. Os seus ramos sussurravam, Como se me chamassem: Vem até mim, companheiro. Aqui, encontras o teu sossego.
Os ventos sopravam, Gelavam-me o rosto. O meu chapéu voou Mas eu não me voltei. Já estou há algum tempo Longe daquele lugar. E ainda ouço um sussurro: Lá encontrarias o teu sossego.
Teatro Nacional de São Carlos 31. Maio 4. 6. 8. Junho às 20:00h | 2. Junho 2007 às 16:00h M A C B E T H Giuseppe Verdi
A primeira ópera de Verdi inspirada pela obra literária shakespeareana, Macbeth, sobe ao palco do Teatro Nacional de São Carlos no próximo dia 31 de Maio, sob a direcção musical de Antonio Pirolli, que dirigiu justamente Otello, de Verdi, baseada na tragédia homónima de Shakespeare, na inauguração da Temporada de 2005.06.
A encenadora veneziana Elena Barbalich apresenta pela primeira vez no São Carlos um trabalho com a sua assinatura. A equipa criativa reúne os nomes de Tommaso Lagattolla na concepção da cenografia e dos figurinos, e Michele Vittoriano no desenho de luz.
Os Amigos de S. Carlos, em colaboração com o Teatro, apresentam uma conferência de entrada livre a propósito de Macbeth, às 18:30h do dia 23 de Maio, no Foyer. Com a participação de Alexandre Delgado. As Breves Palavras por Compositores de Hoje, que têm reunido cada vez mais interessados, têm lugar, como já vai sendo hábito, trinta minutos antes do início dos espectáculos. Com a participação de Nuno Corte-Real.
Johan Reuter encarna a personagem do rei sanguinário Macbeth. Dimitra Theodossiou regressa ao palco do São Carlos para interpretar o papel de Lady Macbeth. Fabio Sartori canta Macduff, um nobre escocês. Giovanni Furlanetto interpreta o papel de Banco, general do exército do Rei Duncano. (...) E ainda: Carlos Guilherme, João de Oliveira, Sara Braga Simões... (...)
Para ouvir Callas e Corelli, ao vivo no Scala, em 1960, cantando Poliuto. Uma ópera menos célebre de Donizetti, mas que merece ser conhecida: Ah! fuggi da morte.
Nas casas-de-banho dos visitantes do Museu Condes de Castro Guimarães, em Cascais, existem apliques em vidro de Murano (não consegui confirmar, mas é tal e qual). O que foi uma casa sumptuosa é agora um museu a visitar.