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| John Singer Sargent, Ellen Terry como Lady Macbeth (1889) (Tate Gallery) |
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| O Daily Mail conta a história |
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| John Singer Sargent, Ellen Terry como Lady Macbeth (1889) (Tate Gallery) |
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| O Daily Mail conta a história |
Ferruccio Furlanetto
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| Patrice Chéreau (© Libération) |
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| Alice Medeiros e João Villas-Boas |
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| Inês Nogueira |
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| Luís Castanheira, João Aleixo e Inês Nogueira |
Nos bosques profundamente silenciosos das montanhas trácias,
Orfeu, ao tanger a sua lira melodiosa, arrastava as árvores,
Conduzia os animais selvagens da floresta.
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| © Ivan Abujamra (daqui) |
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| © Funarte - Portal das Artes |
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| Sir Derek Jacobi (©) |

De 12 de Março a 26 de Abril de 2009
terça a sábado às 21:00h. Domingo às 16:00h
Tradução José Manuel Mendes, Luis Lima Barreto e Luis Miguel Cintra
Encenação Luis Miguel Cintra
Cenário e Figurinos Cristina Reis
Desenho de luz Daniel Worm D’Assumpção.
Interpretação António Fonseca, Dinis Gomes, Duarte Guimarães, João Pedro Vaz, José Manuel Mendes, Luis Lima Barreto,
Miguel Loureiro
Ao longo do seu percurso como actor e encenador, sobretudo nos projectos que promoveu, Miguel Loureiro desenhou um território único, revelador de um imaginário exuberante mas depurado, sustentado por uma sólida e erudita linha de interrogações sobre o teatro e a performance. Em 2008, depois do estival Strange Fruit, a sua encenação de Juanita Castro, de Ronald Tavel (estreado como filme pela mão de Andy Warhol, em 1965), surgiu como uma inesperada pedra no charco no panorama performativo português. Reunindo actores e afectos em torno de um projecto sem outros recursos que os de uma logística básica e camaradagem profissional, Juanita não só firmou um extraordinário sinal da vitalidade do fazer teatral, tantas vezes abafado por ambições desmedidas ou fórmulas gastas, mas também constituiu uma brilhante e oportuna interpelação da história da performance e, consequentemente, do seu lugar nela. Por isto, este projecto mereceu uma menção especial do júri que assim se declara em total desacordo com a afirmação do encenador na folha de sala "Juanita Castro é um espectáculo que poderia não ser feito". Ainda bem que o fez.
Recriação poética de Frederico Lourenço
Encenação Luis Miguel Cintra
Cenário e figurinos Cristina Reis
Desenho de luz Daniel Worm D’Assumpção
Distribuição
Duarte Guimarães, José Manuel Mendes, Luís Lucas, Luís Lima Barreto, Luis Miguel Cintra, Márcia Breia, Nuno Casanovas, Nuno Lopes, Rita Durão, Rita Loureiro, Sofia Marques e Vítor de Andrade.
De 10 de Abril a 18 de Maio de 2008
Teatro do Bairro Alto, Lisboa
(...) Frederico Lourenço volta a trabalhar para a Cornucópia com um projecto de sua própria iniciativa: a sua versão do Don Carlos, um dos grandes textos do Teatro Romântico Alemão, mais conhecido pela ópera de Verdi que o utilizou como libreto. É um drama histórico exemplar que recria o reinado de Filipe II de Espanha como sociedade despótica e repressora dos valores da liberdade política e individual. O rei casa com Isabel de Valois, amada do jovem príncipe Don Carlos, herdeiro do trono. O amor do príncipe com aquela que se tornou sua madrasta torna-se impossível. Don Carlos e o seu amigo Rodrigo, marquês de Posa, querem impedir a repressão violenta da revolta na Flandres. São perseguidos como rebeldes pela Inquisição, presente em cena na figura todo poderosa do Grande Inquisidor. Rodrigo sacrifica-se por Don Carlos. (...)
Dieu, tu semas dans nos âmes
Un rayon des mêmes flammes,
Le même amour exalté,
L'amour de la liberté!
Dieu, qui de nos coeurs sincères
As fait les coeurs de deux frères,
Accepte notre serment.
Nous mourrons en nous aimant!

— Will you turn the heat off? It’s terribly hot in here.
— Your room is terribly dirty. It’s got to be cleaned.
— Not tonight, Geraldine.
— There’s a horrible smell. I can hardly sit here.
— I love that smell. I thrive on it. Makes me feel good.
— We have to hang the portrait and clean the room.
Ficha Técnica
Um trabalho de Gonçalo Ferreira de Almeida e Maria Duarte
a partir do documentário Grey Gardens dos irmãos Maysles (EUA, 1976)
Espaço João Rodrigues
Uma co-produção Culturgest / Teatro Viriato
