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11.7.11

Pina

Tanzt, tanzt... sonst sind wir verloren.
"Pina", tal como os espectáculos de Pina Bausch, é um filme que nos faz chorar e rir. Na mais bela homenagem à mais importante coreógrafa das últimas décadas, Wim Wenders penetra profundamente no seu universo criativo e abre-nos um buraco no estômago. Pina deixou-nos órfãos.

















6.9.10

Entretanto, em Barcelona...

"Iphigenie auf Tauris", de Gluck, em directo do Gran Teatre del Liceu.
A encenação/coreografia é de Pina Bausch, reposta por Dominique Mercy.

ADENDA: A Io comentou, e muito bem, no A&OD.

Mais imagens aqui.

1.7.09

Pina Bausch - III

Algumas passagens de Pina Bausch por Lisboa, numa fotogaleria do Público:

"Água", CCB, Janeiro de 2003 (Daniel Rocha)

"Nelken", Teatro São Luiz, Setembro de 2005 (Gonçalo Santos)

"Cafe Müller", Teatro São Luiz, Maio de 2008 (Paulo Pimenta)

Pina Bausch - II - As Cores dos Sons

Há quem atribua cores às pessoas, aos seus nomes, às vozes, aos sons. Há quem seja de tonalidade amarela e quem a tenha castanha, verde ou cinzenta.
Eu gosto de sons azzurro-chiarro.

(ESTETTE)

31.1.08

O Apolo da Opéra Garnier

Até meados do séc. XIX, Paris era uma cidade com características medievais, de ruas estreitas e pouco apropriadas ao que se queria apresentar ao mundo como uma grande capital. O imperador Napoleão III encarregou, então, Haussmann do novo projecto urbanístico que viria a transformar Paris numa cidade moderna. Surgiram as avenidas e os grands boulevards, parques e condutas de esgotos. Eram necessários espaços amplos que permitissem a circulação de pessoas e ar e condições sanitárias que evitassem novos surtos de cólera.


(Monumento a Charles Garnier)

Charles Garnier foi o arquitecto escolhido para a construção do teatro de ópera, cujo eclectismo dominou o gosto burguês do Segundo Império até ao início do séc. XX (o gosto "Beaux-Arts de Paris"). Napoleão III pediu também a Haussmann que abrisse uma avenida a ligar o palácio das Tulherias à Ópera, o que causou a demolição de um bairro. A avenue de l'Opéra foi ponto de discórdia entre Garnier e o urbanista: o arquitecto não queria que se plantassem árvores que viriam a esconder a magnitude da sua obra. E assim se fez.

Até à construção da Ópera da Bastilha, esta era a Opéra de Paris. Passou depois a ser conhecida como Opéra Garnier (ou Palais Garnier). Neste templo das artes, lá bem no topo, Apolo domina com a sua lira, acompanhado pela Poesia e pela Música.





A partir de 4 de Fevereiro, é uma outra lira que se pode ver e ouvir na Opéra. Pina Bausch encenou e coreografou "Orfeu e Eurídice", de Gluck (ver um excerto).

20.11.07

19.7.07

CCB - Temporada 2007-2008

"A estreia de uma nova orquestra fundada e dirigida por Pedro Carneiro, uma residência de Sequeira Costa e um "Festival Pina Bausch" são algumas das novidades da temporada 2007-2008 do Centro Cultural de Belém, hoje apresentada." (Ler no Público)

"A música clássica tem grande destaque com direito a um amplo programa dedicado a Beethoven que contará com um ciclo de piano de Artur Pizarro e Hüseyin Sermet (Janeiro), a actuação de quartetos de cordas (Abril) e uma integral dos Trios com Piano pelo Schostakovich Ensemble (Maio)." (Ler no Expresso)

Dez anos depois da sua criação, "Masurca Fogo" regressa ao palco do CCB durante o Festival Pina Bausch, em Maio de 2008.

Excerto de "Fala Com Ela", de Pedro Almodóvar, com um pequeno detalhe do baile.

(rphilippart)