30.8.07

Uma Casa na Árvore

Fim de tarde em Phi Phi.
O ar fresco convida a um passeio ao longo da enseada, com a maré-baixa, pelo seu lado mais agreste. De cima vem o som de música tailandesa. Alguém vive na árvore.




8 comentários:

  1. Fascinante, realmente. Lembra paraísos...Assim como todas as tuas fotos.
    Bjs.

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  2. Bizarro, uma casa na árvore e não é criança... O calor é a razão oficial, mas de facto é costume bom para esticar a infância...

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  3. De repente deu-me uma pontinha de inveja!
    :)

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  4. Querido Paulo:
    Acabo de ver o teu comentario no meu blog de viaxes (Vencejo) e ahora tocame a min devolverte a tua visita.
    Nao coñezo Thailandia pero algún día seguramente irei ala de feiras. Gustanme moito as tuas fotografías teñen un colorido moi fermoso.
    A viaxe pola Normandía foi fantástica e si alguna vez poder ir alo faino e unha rexión moi parecida a miña Galicia, chea de verde, moi humeda e con unhas praias e acantilados verdadeiramente espectaculares.
    Isto e todo amigo meu, bon fin de semana.
    Un abrazo grande desde Barcelona.

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  5. O que parece ser um paraíso também tem espinhos, como as rosas. Quando a pobreza é grande, usa-se a imaginação. Pergunto-me se este senhor não terá perdido o pouco que tinha com o tsunami de 2004?!

    Obigado pelos comentários.

    Werther, bem-vindo.

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  6. Oh o que eu gostei mais foi de ver como o senhor utiliza a árvore para cozinhar e pendurar o trem de cozinha.Muito imaginativo.

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  7. É claro que esta pessoa é pobre, e provavelmente já o era antes do tsunami. E está ali o fogo a dizer que isto não é um «faz-de-conta». Foi ousadia nossa pemitir que este despojamento nos evocasse alguma coisa feliz? Para não alimentar tão más inclinações, não fale de árvores, música, vida, essas sedutoras.

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  8. Maria, agradeço todos os seus comentários e não acho de modo nenhum uma má inclinação recordar a infância ou prolongá-la na nossa imaginação. Quando vi o senhor a viver na árvore fiquei bastante tempo a observá-lo à distância. Pareceu-me uma pessoa feliz, com a sua música, a preparar a refeição. E eu cheguei a sentir-me um "voyeur", um turista intruso, porque estava precisamente a esticar a infância mentalmente, através dele. Por isso gostei tanto do seu comentário. Como diz a Cigarra, algo aqui lembra paraísos.

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