6.10.07

My Funny Valentine (notas diferentes)

Matt Damon com The Guy Barker International Quintet e imagens do filme "O talentoso Mr. Ripley", de Anthony Minghella, a partir do romance de Patricia Highsmith (logo após a publicidade).




(Behold the way our fine feathered friend
His virtue doth parade
Thou knowest not, my dim-witted friend
The picture thou hast made
Thy vacant brow, and thy tousled hair
Conceal thy good intent
Thou noble upright truthful sincere,
And slightly dopey gent

You're) my funny Valentine
Sweet comic Valentine
You make me smile with my heart
Your looks are laughable
Unphotographable
Yet you're my favourite work of art

Is your figure less than Greek
Is your mouth a little weak
When you open it to speak
Are you smart?

But don't change a hair for me
Not if you care for me
Stay little Valentine stay
Each day is Valentine's day

(Rodgers/Hart)


7 comentários:

  1. Já me fizeste chorar hoje de emoção. Ando eu pr'aqui em jazzes contemporâneos, progressistas, etc. e vens tu com estes clássicos de chorar por mais. Ouvi as duas versões e, se gostei do Matt Damon, e, principalmente do vídeo, Ella Fitzgerald é de matar, embora o assassino seja o outro. Fiquei de rastos.
    Por acaso não estás apaixonado nem nada?
    Bjs. e obrigada, Paulo.

    ResponderEliminar
  2. Esqueci-me de referir que a versão de Chet Baker também é muito bonita.

    ResponderEliminar
  3. Olá, Paulo.
    Bela surpresa!! De facto é o que podemos chamar «uma bela canção». Conheci e ouço com frequência duas versões extraordinárias....a de Miles Davis e, a de Chet Baker. Mas há uma saudade imensa sempre que ouço isto....a inultrapassável versão ao vivo, no saudoso Cascais-Jazz, num dos anos da década de 80, no Pavilhão dos Salesianos. Quem tocou, cantou e encantou?...Chet Baker, acompanhado por Philippe Catherine. Valeu a pena estar vivo...e estar lá! Obrigado pelas boas memórias!!!
    Um abraço!!!

    ResponderEliminar
  4. Uma postagem deliciosa! Há pessoas que tem o poder de ver o melhor em tudo, nas pessoas, nas flores e na vida. Está me parecendo que você é uma delas! Mesmo que exigentes, ainda assim!
    Vi este filme varias vezes e não tinha reparado neste talento do Matt Damon, mesmo gostando da música. Se fizer isto com o seu Media Máster inteiro, podemos preparar mais lenços, for tears.
    Um bjo. e bom domingo!

    ResponderEliminar
  5. É engraçado, não me lembro de ver o actor cantar. Achei o filme um bocado sinistro, acho que a memória não quis guardar muita coisa!
    Mas foi bom ouvir agora.

    Bjs

    ResponderEliminar
  6. Uma voz... aveludada. Obrigada.

    Moura

    ResponderEliminar
  7. Amiga Cigarra, tive um ataque de romantismo. Há quem os tenha na Primavera.

    Goldluc, também gosto da versão de Chet Baker, mas nunca o vi ao vivo. Talvez a Cigarrajazz, que é a especialista. A de Miles Davis não conheço, mas fiquei curioso.

    Lúcia, assim como há uns dias com sol e outros com chuva, eu tenho os meus momentos de pessimismo e os de optimismo. Prefiro os últimos.

    Jardineira, felizmente as nossas memórias têm a capacidade de seleccionar o que mais lhes importa reter. O filme é sinistro como o é a personagem criada por Patricia Highsmith e como o são algumas pessoas que vamos conhecendo ao longo das nossas vidas. E eu, não sei por que razão, ando a pôr aqui coisas tristes e depressivas. Um destes dias volto às flores, para desanuviar.

    Moura, deve ser graças ao veludo da voz que eu acho interessante a versão de Matt Damon. Se bem que goste muito é das imagens daquela Itália. E para ouvir, que venha Ella Fitzgerald.

    ResponderEliminar