13.7.08

Les Amours d’Astrée et de Céladon



Há filmes que nos regalam a vista como se tivessem um único objectivo: consolar corações. A partir do romance "L'Astrée", escrito por Honoré d'Urfé nos inícios do séc. XVII, Éric Rohmer mostra-nos uma Gália de pastores, pastoras, ninfas e druidas que falam aquele Francês clássico, poético e lento, que mais ninguém fala. É música para os nossos ouvidos.

Túnicas esvoaçantes, cabelos longos encaracolados, campos primaveris e florestas frescas, a lembrarem a estética pré-rafaelita.

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Os Amores de Astrea e de Celadon

12 comentários:

  1. E onde se pode ver, cinemas alternativos?

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  2. Pergunta inútil, estava no link! :)

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  3. Penso que, em Portugal inteiro, a única sala de cinema que o tem em exibição é o Medeia King...

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  4. Ah tu também gostas dos Pré-Rafaelitas... Muito bem! ;) Abraço!

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  5. que idílico! paraíso terrestre?

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  6. Arion, sou fã.

    Paulo, apetece recuar no tempo e aterrar naquela Gália.

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  7. E lembrar-me eu que Rhomer está quase a fazer 90 anos....
    Abraço.

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  8. Mas parece que ainda está muito fresco e mantém um sentido estético apuradíssimo.

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  9. As imagens são lindas. O que me aborrece neste tipo de cinema é a aparente necessidade de um narrador em off.
    Não devia uma imagem valer por mil palavras?

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  10. Gi, neste filme, a narração em off é muito discreta. Não só não aborrece como se torna necessária, pela beleza do texto.

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  11. ...é mesmo "música para os nossos ouvidos" e para os olhos!...

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  12. Ainda bem que concorda, MJ.

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