1.8.08

Topkapi





Sobre a colina da acrópole de Bizâncio, olhando para o Corno de Ouro e para o Bósforo, para um pedaço da Europa e outro da Ásia, estende-se o palácio que foi a principal residência dos sultões otomanos de meados do séc. XV, quando Mehmed II conquistou Constantinopla, até ao séc. XIX.
Nos pátios encontram-se os pavilhões destinados a diversas funções. No Divan reunia-se o concelho imperial. É um espaço decorado com azulejos de Iznik e talha rococó.



Biblioteca do Sultão Ahmet III

Pavilhão Revan

O Bósforo visto do palácio de Topkapi

10 comentários:

  1. Voltaste! Espero que a estadia na Turquia teha sido tão boa como as tuas (para não valiar, excelentes) fotos deixam imaginar. Abraço! :)

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  2. Dá-lhe no azulejo e na história bizantina... Com que então Istambul! Um dia...
    (é bom ver-te outra vez!)

    Abraços de regresso

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  3. And I'm here in time to rescue the biggest emerald from the hands of these thiefs! (Bravo, Valk!)

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  4. Só estive em Istambul um dia mas achei linda, e fiquei com imensa vontade de voltar.
    Enjoy!

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  5. Gostaria muito de visitar essa cidade que me fascina. E claro o Topkapi será visita fundamental.
    Recordo-me de ter visto esse filme no Monumental, que tinha além do aliciante argumento a fabulosa Melina Mercouri.
    Abraço.

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  6. estas memórias dos lugares têm a vantagem de nos despertarem, mas a desvantagem de nos alertarem para que nem tudo é possível fazer ao mesmo tempo. fica o registo: quem sabe um dia. adorei os azulejos iznik!

    abraços

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  7. Arion, a estadia foi óptima. Consegui manter-me longe das bombas.

    Ophiuchus, após todas as provações por que eles têm de passar para pôr aquele plano em prática, merecem bem ficar com as esmeraldas do punhal de Topkapi.

    Gi e Moura, também fiquei com vontade de voltar. Apesar dos atentados, nunca senti medo nas ruas, no metro, no eléctrico. Pelo contrário, senti-me muito bem naquela cidade.

    Pinguim, que boas memórias do Monumental. Também gosto muito da Melina Mercouri.

    Paulo, azulejos de Iznik é o que não falta em Istambul. Tens de lá ir. Para uma pequena amostra ao vivo, há uns bons exemplares no Museu Gulbenkian.

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  8. Que bom que já voltaste, Paulo. Pela amostra que aqui deixas deve ter sido uma viagem daquelas...Temos muito que falar.

    Bjs.

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