23.10.08

Lagerstroemia

Flor-de-merenda, extremosa, suspiro ou árvore-de-Júpiter.





9 comentários:

  1. Que bonita, esta árvore-de-Júpiter, Paulo!

    Gosto também muito da foto de baixo, com o velhote a tricotar.

    ResponderEliminar
  2. E um jardim com gente dentro!

    É a terceira vez que estou a tentar deixar um comentário, das primeiras o blogger não deixou, provavelmente porque te estava a acusar de andares de novo a subornar as abelhas!

    ResponderEliminar
  3. Atribuí a este blogue o prémio "Brilhante Weblog", como poderá constatar no último post do "Opera per Tutti".

    Peço-lhe que indique agora 7 blogues que julgue merecedores do prémio.

    ResponderEliminar
  4. José Quintela Soares,
    obrigado pela distinção.

    Jardineira,
    é o que dá tentares acusar-me injustificadamente. A abelhita nem reparou em mim.

    Gi,
    o senhor estava tão bem disposto a tricotar que tive de inventar estas árvores-de-Júpiter para o poder mostrar.

    ResponderEliminar
  5. Paulo,

    Suspeito que a "Lagerstroemia" não seja a mais popular das árvores ornamentais plantadas no nosso país (se é que existe alguma?!)...

    No entanto, a sua prolongada (e vistosa) floração no pico do Verão, altura em que a maioria das árvores ornamentais plantadas por cá já floriu, fazem dela uma opção interessante; acresce o seu pequeno porte, uma vantagem para as estreitas ruas das cidades portuguesas tão avessas a conceder espaço às árvores.

    ResponderEliminar
  6. Não será, Pedro. Pelo menos em Lisboa, não há muitos exemplares. Associo estas árvores a Coimbra e a Tomar, talvez por ter sido nessas cidades que reparei nelas pela primeira vez, já há uns bons verões.

    ResponderEliminar
  7. Paulo, olá

    Falta de tempo, o tempo de blogar e comentar fica mais raro, mas o tricô e as flores exigem...

    Aqui no Brasil esta árvore L. indica tem um nome bem bonito Resedá, e enfeita ruas e praças, e também as do México, é bem adaptada por lá...
    O nome extremosa fica mais para a L. speciosa, muito parecida com a que você publicou aqui a floribunda. Vale deixar o link aqui e lá, a informação é preciosa.

    Abs. e continue viajando!

    Lúcia

    ResponderEliminar
  8. No solar de Mateus também há algumas. Em Lisboa já se vão vendo, mas o que acontece é que muitas vezes não são tratadas como árvores, mas sim como arbustos, uma das características destas meninas é florirem várias vezes no ano.

    ResponderEliminar
  9. Obrigado, Lucia e Rosa, pelas informações que acrescentaram.

    ResponderEliminar