7.11.11

Parabéns

Dame Gwyneth faz hoje anos.

13 comentários:

  1. Strauss era ainda mais mau para os cantores do que Wagner :-) Nem sei como não destrói completamente a voz de quem o canta.

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  2. Ele não era meigo, não. Principalmente na "Elektra" e na "Salome".

    E Joan Sutherland também faria anos hoje.

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  3. Obrigado por lembrar este aniversário Paulo. A Elektra uma ecolha excelente mas confesso que a Gwenith Jones onde mais me impressionou foi na Salome. Uma cantora de excepçãoo, mais uma.

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  4. Não ouvi Gwyneth Jones ao vivo como Salome (e como Elektra também não), mas acho esta cena uma das mais arrebatadoras da História da Ópera. E podemos ter uma ideia de como teria sido se Dame Gwyneth tivesse chegado a cantá-la em Lisboa.
    Mas guardo na minha memória o concerto que ela deu na Aula Magna.

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  5. Uma extraordinária interpretação do monólogo inicial da Elektra. O que é mais curioso é que esta representação, como se pode ver depois de finalizado o video, é com a sexagenária Leonie Rysanek na Clitemnestra. Para mim é interessante porque sempre achei que estas duas grandes cantoras, hoje só comparáveis a Nina Stemme e Eva-Maria Westbroek, tinham muito em comum: bonitas, grandes presenças em palco, uma grande feminilidade, mais vulnerável na Rysanek, e um repertório excepcionalmente alargado, desde a ópera italiana (Verdi, Puccini), Mozart, Wagner e Strauss e mesmo ópera contemporânea.
    Paulo, também tive a sorte de estar no recital da Gwyneth Jones da Aula Magna. Talvez em 1989, se não estou em erro. Embora fose um recital fabuloso, não foi o melhor recital que vi, por causa de um outro que vi do Boris Cristoff no Coliseu em 1971.

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  6. Raul,
    O concerto na Aula Magna foi a 7 de Julho de 1989. Acabado de confirmar no programa de sala.

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  7. Uma grande Senhora...

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  8. Caro Paulo,

    havia escrito um comentário cujo envio terá sido, aparentemente, rejeitado. Não sei se a minha dúvida procede.

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  9. Hugo,
    Não sei o que se terá passado. O seu comentário não chegou cá.

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  10. Creio ter lido algures que Richard Strauss era um dos compositores que melhor explorava os limites do instrumento feminino.

    Relativamente a Gwyneth Jones, como não admirar a portentosa coluna sonora detida por esta superior intérprete, aliada a um engajamento dramático inabalável. Pese embora, concedendo uma determinada variabilidade em termos de emissão, marcada, amiúde, por um insistente vibrato de contornos assaz metálicos, o poder vocal patenteado mostrava-se arrebatador na sua, aparentemente, incomensurável intensidade.

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  11. Afinal, sempre surgiu. Os meus agradecimentos, Paulo.

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  12. Caro Hugo,
    Apareceu mais tarde. Deve ter vindo a pé por causa da greve dos transportes públicos.

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