10.6.12

Estava num livro




No Jardim-Horto de Camões, em Constância, está representada, mais ou menos, a flora referida n'Os Lusíadas. Podemos ir lá cheirar a canforeira




e a caneleira, mas também lá crescem plantas mais comuns entre nós, como as roseiras, a madressilva e o freixo. Ainda lá estará o canteiro da desbunda?


Ora faça lá um clique na imagem

Nô-mais, Musa, nô-mais, que a Lira tenho
Destemperada e a voz enrouquecida,
E não do canto, mas de ver que venho
Cantar a gente surda e endurecida.
O favor com que mais se acende o engenho
Não no dá a pátria, não, que está metida
No gosto da cobiça e na rudeza
Dũa austera, apagada e vil tristeza.

(Os Lusíadas, Canto X, est. 145)

8 comentários:

  1. Mas que grande ideia!

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    1. Qual? A do canteiro das plantas que faltam?

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  2. Estive lá hoje. O Horto estava fechado, mas logo abaixo havia as Pomonas Camonianas onde havia à venda vasinhos com plantas todos com letreiros com os versos apropriados.

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    1. Estava à espera que me dissesses se ainda existe o tal canteiro, mas está bem. Faz sentido fechar o Horto de Camões no dia dele.

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    2. Diz que aos domingos e feriados só abre às duas da tarde. Eu passei lá de manhã, não sabia.

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    3. Ah bom. Também faz sentido. O que foste tu fazer tão cedo para Constância?

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  3. Cumprem-se três anos daqui a um mês e uma semana...
    Espero por ti para os de comer?

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    1. Não sei quando poderei ir aos de comer...

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